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DESTAQUE |
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Confira
todos os artistas que fazem parte do nosso acervo. |
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ESCRITORIO DE
ARTE.COM
R. Dr. Melo Alves, 397
Cerqueira Cesar - SP
São Paulo - CEP 01417-010 |
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Exposição
de Arte
Exposições realizadas pelo Escritório
de Arte.com
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Fulvio Pennacchi - Seu tempo, Seu percurso Veja
o site da exposição
O multifacetado Pennacchi no escritório de arte
O artista ganha dupla homenagem com exposição e lançamento de livro.
Um dos grandes nomes da arte paulista do século XX, o artista italiano Fulvio Pennacchi, ganha exposição e livro em homenagem aos 100 anos de nascimento e aos 80 da chegado ao Brasil. A mostra que leva seu nome e o lançamento da obra, intitulada Fulvio Pennacchi – Seu Tempo, Seu Percurso, serão realizados no dia 24 de novembro, no Escritório de Arte.
A exposição reúne 50 obras em guache, óleo acrílico, pinturas, desenhos e esculturas com acabamento cerâmico. Dividida por décadas, ela apresenta visão do artista de casa uma suas fases e de seu tempo, transformando-se assim num roteiro de vida representado por objetos artísticos que fizeram parte do cotidiano de Pennacchi. A outra maneira de conhecer ainda mais sobre o pintor é por meio do livro escrito pelo estudioso de artes Valério Pennacchi, primo em terceiro grau do artista. A obra aborda passagens significativas de sua vida de multifacetada, de artista a dono de açougue e professor no Colégio Dante Alighieri, além da experiência como pintor do Grupo Santa Helena.
Fulvio nasceu em 1905 em Lucca, na Itália, e, na década de 30, já havia recebido duas vezes a Grande Medalha de Prata, no Salão Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro e no de São Paulo. Entre 1938-1949 iniciou a pintura a óleo que, rapidamente, evoluiu para os murais. Até 1959, dedicou-se aos afrescos em locais como a Catedral e o Palácio Episcopal de Uruguaiana e em residências e prédios comerciais de Santa Rita do Passa Quatro (SP).
Serviço:
Exposição: Fulvio Pennacchi - Seu tempo, Seu percurso
Período expositivo: de 23 de novembro a 03 de dezembro de 2009
Local: Escritório de Arte
Endereço: Rua Dr. Melo Alves, 397, Cerqueira César, CEP 01417-010, São Paulo, SP
Horários: de segunda a sexta, das 10 às 19 horas e sábado, das 10 às 14 horas
Telefone: (11) 3061 3155
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Sob Um Céu Tropical
Veja
o site da exposição
O Escritório de Arte realiza a abertura da mostra “Sob um Céu Tropical”. A coletiva tem organização do curador Antonio Carlos Abdalla e traz a público cerca de 80 obras de artistas modernos e contemporâneos. Os destaques da exposição são o vestido “New Look” de Flávio de Carvalho, um óleo sobre tela de Tarsila do Amaral e aquarelas, da década de 1920 de Antonio Gomide e Cícero Dias. “Sob um Céu Tropical” fica em cartaz de 26 de agosto a 26 de setembro.
Do moderno ao contemporâneo em três passos
A mostra é organizada em três segmentos que perfazem um circuito didático: “No primeiro grupo estão os modernistas — Emiliano Di Cavalcanti e Tarsila do Amaral — e um muito próximo deles — Antonio Gomide. No segundo, os pós-modernistas — Ismael Nery, Flávio de Carvalho, Cândido Portinari, com três óleos da década de 1940, e Cícero Dias e, no último, os contemporâneos — Mira Schendel, León Ferrari e Vik Muniz.”
Flávio de Carvalho e o traje Flávio de Carvalho (Barra Mansa/RJ, 1899 – Valinhos/SP, 1973), além da série de desenhos e guaches, está, segundo Abdalla, representado por um trabalho antológico: o famoso “Traje Tropical” (e mais uma segunda versão) — ousadia sem precedentes para a época em que foi concebido e mostrado, numa performance em 1956 que chocou e sacudiu a pacata vida da ainda provinciana São Paulo. O “Traje Tropical” foi prova marcante do sentido nacionalista e social deste nome, que muitas vezes deixou de ser elevado ao merecido lugar na cultura de nosso país.
O evento Experiência Nº 3, como ficou conhecido, consiste numa passeata no Viaduto do Chá, em que o artista veste saiote e blusa de mangas curtas e folgadas, conjunto denominado “Traje Tropical”. Uma das mais importantes personalidades do Modernismo brasileiro foi engenheiro, arquiteto, artista plástico, comentarista de jornal e artista performático, quando a palavra performance era sinônimo de desempenho.
Serviço:
Exposição: Sob um Céu Tropical – exposição coletiva
Período expositivo: de 26 de agosto a 26 de setembro de 2009
Local: Escritório de Arte
Endereço: Rua Dr. Melo Alves, 397, Cerqueira César, CEP 01417-010, São Paulo, SP
Horários: de segunda a sexta, das 10 às 19 horas e sábado, das 10 às 14 horas
Telefone: (11) 3061 3155
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Contemporâneo x Moderno
São Paulo – O Modernismo Brasileiro foi um amplo movimento cultural que repercutiu fortemente sobre a cena artística e a sociedade brasileira na primeira metade do século XX, sobretudo no campo da literatura e das artes plásticas. O marco inicial do movimento modernista brasileiro foi a realização da Semana de Arte Moderna de 1922, onde diversos artistas plásticos e escritores apresentaram ao público uma nova forma de expressão. Este evento ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo. Não foi fácil para estes artistas serem aceitos pela crítica que já estava acostumada com padrões estéticos bem definidos, mas, aos poucos, suas exposições foram aumentando e o público passou a aceitar e entender as obras modernistas. Destacam-se como artistas modernistas: Di Cavalcanti, Vicente do Rêgo Monteiro, Anita Malfatti, Lasar Segall, Tarsilla do Amaral e Ismael Nery.
As primeiras manifestações da Arte Contemporânea brasileira
ocorreram na passagem da década de 50 para a de 60. Duas ações
performáticas de Flávio de Carvalho, a Experiência nº 2 e a Experiência nº 3, realizadas em 1931 e em 1956; os Bichos de Lygia Clark (1960) e
os Núcleos e primeiros Penetráveis de Hélio Oiticica (1960), podem ser tomados como emblemas do nascimento da definitiva sincronização do
país em relação às questões universais da arte ocidental. Quando se fala
em arte contemporânea não é para designar tudo o que é produzido no
momento, e sim aquilo que nos propõe um pensamento sobre a própria
arte ou uma análise crítica da prática visual. Destacam-se como artistas
contemporâneos: Cildo Meirelles, Hélio Oiticica , Leonilson, Lygia
Clark, Nelson Leirner, Regina Silveira, Beatriz Milhazes, Vik Muniz.
O Escritorio de Arte abrirá a exposição “Contemporâneo x Moderno”, na Galeria Daslu, a partir do dia 03 de fevereiro e mostrará ao publico essas duas fases da arte brasileira, que se sucederam, com artistas que de destacaram em cada um dos períodos: Di Cavalcanti, Portinari, Rego Monteiro, Aldo Bonadei, Burle Marx, Claudio Tozzi, Gonçalo Ivo, Leonilson, Cildo Meirelles, Vik Muniz, entre outros. |
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Reynaldo Fonseca
Exposição e
Lançamento do Livro
De 11 de Agosto a 6 de Setembro de 2007
Veja
o site da exposição
Depois de 30 anos sem expor em São Paulo, Galeria de Arte reuniu 43 peças do artista pernanbucano Reynaldo Fonseca, sendo 25 óleo e 18 quadros de outras técnicas. Junto foi lançado um livro da exposição.
Coordenação: Lisboa, Antonio Carlos Abdalla - Texto Crítico: Antonio Carlos Abdalla - Projeto Gráfico e Editoração: Bruno Tomé, Acacio Lisboa - Fotografias: Bruno Tomé, Arquivo pessoal da
artista |
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Sonya
Grassmann
Exposição e
Lançamento do Livro
De 11 de Junho a 29 de Julho de 2006
Veja
o site da exposição
A
inauguração contou com a presença de ilustres
convidados e organizadores, filhos e familiares da artista. O viuvo
e pintor Marcelo
Grassmann, com quem conviveu por muito anos esteve presente
para celebrar a exposição. Outros grandes amigos da
artista estiveram presentes entre eles: Jorge
Mori, Otavio Araujo, e muito outros.
O
Projeto
Uma retrospectiva de Sonya Grassmann
com cerca de 90 obras entre óleos
desenhos e gravuras produzidas nas últimas décadas,
que revelam o imaginário de uma artista apaixonada pelo universo
feminino. Textos de Antonio Carlos Abdalla contando sua trajetória
e depoimentos de Amigos como: Agi Straus, Arriet Chahin, Edla Van
Steen, Eduardo Brandão, Francisca Carolina do Val, Lourdes
Xandó e Rodrigo Monteiro Lobato. Tudo isso distribuído
nas 103 páginas do livro.
Coordenação:
Lourdes Xandó, Antonio Carlos Abdalla, Francisca Carolina
do Val - Texto Crítico: Gabriela Suzana
Wilder - Projeto Gráfico e Editoração:
Eduardo Musa, Silvia Amstalden Franco - Revisão:
Daniela Lima Alvares, Paulo Emílio Vanzolini - Fotografias:
Calixto Murakami, Domício José Machado, Horst
Merkel, José Vilhora, Marcos Magaldi, Arquivo pessoal da
artista
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Exposição
Roberto Burle Marx 10 anos depois
De Junho a Agosto de 2004.
Veja
o site da exposição
Para
inaugurar a exposição a Galeria reuniu mais de 70
obras do Artista entre elas você podia apreciar panneaux,
desenhos, óleos sobre e gravuras. A retrospectiva teve como
objetivo de relembrar a veia aritistica deste grande paisagista
após 10 anos de sua morte.
O Leiloeiro James
Lisboa que trabalhou durante anos com o artista tinha muita história
para contar e com a ajuda de seu filho James Acacio Lobo Lisboa que também
conheceu o artista organizaram uma bela exposição,
elogiada por muito críticos e artistas que estiveram presentes.
Para visualizar algumas das obras que estiveram na exposição
clique
aqui.
Organização:
James Lisboa, James Acacio Lisboa e Renata Lisboa. Fotografias:
Haruyoshi Ono Projeto Gráfico: James Acacio
e Igor Silva. Impressão: Takano.
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